Ao descrever a cidade que visitávamos, informou que encontrou um sebo muito bom, com coisas interessantes.
Ele me falou do livro que gostaria de publicar. Se publicado, acho, terá uns 300 leitores. Boa parte acabará num sebo
. O sebo é uma contradição. Neles se vendem o que ficou velho, mas algumas pessoas ainda querem.
As novas gerações deviam visitar os sebos.
Um bom livro não poderia ficar velho nunca, mas há um ciclo de vida para eles, o que é uma tristeza. Eis aí uma metáfora da vida.
Veja o caso de A.R. Crabtree. Ele era um hebraísta que, entre outros trabalhos, publicou um magnífico comentário à segunda parte do livro do profeta Isaías (1967).
Estou com um exemplar nas minhas mãos, apreciando, além do comentário, a tradução que fez diretamente do hebraico, com preferência pelas cópias preservadas nos manuscritos de Qumran.
Comprei-o nos ano 70, se é que não o herdei do meu pai.
Mas onde encontrar um Crabtree hoje?
Onde encontrar também um livrinho de grande valor escrito pelo casal Roy e Dale Rogers. Este é um livro para todos que têm na família um filho especial, que os dois chamam de "Meu anjinho desconhecido"?
Os bons livros não poderiam morrer.
Um bom livro jamais poderia acabar num sebo.
Ainda bem que existem os sebos.
ISRAEL BELO DE AZEVEDO
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BOM DIA: A contradição dos sebos


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comentários
Quando o encontrei ele estava sendo jogado fora, juntamente com alguns do Billy Graham. que também adotei.
Abraços,
Dilma
Pode ser uma idéia inocente, mas porque não determinar um tempo em que suas obras serão vendidas, e, após este tempo disponibilizá-las na Internet, gratuitamente, para quem quiser baixá-las...
Essa ferramenta, que não existia no passado e proporciona o acesso geral, amplo e irrestrito àqueles que anseiam por dados, fatos, informações... E também pode servir como um grande sebo virtual, e gratuito.
Acho que assim não perderíamos mais "Crabtree`s" e "anjinhos desconhecidos"...
Livros não foram feito para jogar fora, pois ali dentro existem conteúdo necessário para nossas vidas .
Ótima palavra amigo.
Na última vez em que me encontrei com você, eu trajava um boné escrito Crabtree e que eu fiz questão de mostrar ao público, enquanto dirigia uma pergunta à Madalena Molochenco.
Elogiei o Crabtree, porque, quando aluno do Seminário Bíblico Mineiro, usávamos um livro teológico escrito por ele
Parabéns por este artigo.
Por falar nisso, na mesma ocasião, um irmão que cuidava das gravações, gravou um DVD comigo tocando peças daquele CD Grandioso és Tu.
Será que você tem como localizar? Há uma turma de seguidores me pedindo material com gravações minhas e uma delas, em especial, é o Jardim de Oração, de Dona Stela Dubois. Nem sei mais como se toca a peça, porque o arranjo era de improviso. Caso você localize, favor me indicar a forma de obtê-lo, pois preciso do tal arranjo que, modéstia à parte, é o mais bonito que já vi no mundo e gostaria de tocá-lo como produzi à época.
Um grande abraço
Paulo Emanuel Doro Pereira
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