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sexta 24.Mai 2013

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O merchandising de Juca Kfouri contra Kaká

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Durante uma entrevista concecida ao repórter André Kfouri, filho do cronista esportivo Juca Kfouri, Kaká desabafou:
“Há algum tempo os canhões do seu pai são disparados contra mim. A artilharia dele está voltada contra mim. Eu queria aproveitar a pergunta para responder às críticas que ele vem fazendo, e o que me deixa triste é que o problema dele comigo não é profissional, mas porque ele não aceita minha religião. Porque eu sou uma pessoa que segue Jesus Cristo. Eu o respeito como ateu, e gostaria que ele me respeitasse como [seguidor de] Jesus Cristo, como alguém que professa a fé em Jesus Cristo. Não só a mim, mas a todos os milhões de brasileiros que acreditam em Jesus Cristo”.
 
O jornalista paulista contra-atacou:
“Kaká se engana e enfiou Jesus onde Jesus não foi chamado. Critico sim o merchandising religioso que ele e outros jogadores da Seleção costumam fazer, tentando nos enfiar suas crenças goela abaixo. Um tal exagero que a Fifa tratou de proibir, depois do que houve na comemoração da Copa das Confederações. Mas não abri bateria alguma contra ele, provavelmente mal assessorado, tanto que o considerei o melhor em campo no jogo contra Costa do Marfim. Apenas noticiei que ele sofre com seu púbis e há quem avalie que isso o levará a encerrar a carreira prematuramente”.
 
A queixa de Kaká é legítima. 
Juca não separa o futebol de Kaká da sua religião, sobretudo por sua filiação à Igreja Renascer, a partir do lamentável episódio dos dólares levados na Bíblia para os Estados Unidos. Infelizmente, o casal Hernandez jamais pediu perdão publicamente por seu erro. Á época, Kaká respondeu que o ato deles era uma responsabilidade deles. 
Acontece que Kaká é grato a Hernandez pelo que fez por ele, quando era ainda um menino. A gratidão não termina por causa de um deslize do amigo.
Mais ainda: Kaká é um seguidor de Jesus Cristo e todos os seus gestos acabarão "traindo" a sua fé. Para uns, no entanto, isto é inaceitável. 
A mesma crítica não vale para todos. José Saramago sempre teve amplo espaço para seus ataques a Deus, promovendo com isto os seus livros, mas isto não era merchandising.

ISRAEL BELO DE AZEVEDO

 

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comentários  

 
0 # PIB de Parque União 2010-06-23 09:27
Pastor Israel, acho seus textos ótimos. Sempre claro e objetivo, escreveu exatamente como essa questão do preconceito contra o Kaká deve ser tratada!
Infelizmente, ainda há muito preconceito contra nós cristãos! Prossigamos com firmeza e fé em Jesus, poir nada pode nos separar dESTE Amor!
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0 # Alma amargurada 2010-06-23 11:13
A fé em Jesus Cristo é algo de livre escolha de cada um.Expressar a fé é um direito constitucional, 'livre expressão'.
O senhor Kfouri entende que Kaká e outros jogadores tentam enfiar a fé de goela abaixo,e ele tenta tb de enfiar a sua falta de fé de goela.O sr. Kfouri tem todo o direito de expressar sua falta de fé,e por isso não é incomodado.Mas,ele não respeita a expressão pessoal de fé de alguns jogadores.A Korea do Sul é uma nação de maioria cristã-evangélica,e a equipe no final do último jogo se ajoelharam no gramado e agradeceram ao Deus vivo o empato como uma vitória, que mal tem isso sr.Kfouri? Os jogadores católicos do mundo inteiro qdo entram em campo fazem o sinal da cruz, os africanos fazem suas mandingas no gramado e ninguém diz que estão tentando enfiar de goela abaixo a fé religiosa que eles professam.Ora,sr.Kfouri e família, seja feliz e tenha boa sorte com seu ateísmo,tá? Então tá.
Tito from brasília.
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0 # o merchandising de juca kfouri contra KAKA 2010-06-23 12:08
KAKA e Apóstolo Eestevan Hernandez, a paz do Sehor esteja com vocês, não entrem no jogo deste jornalista que é emissásrio de satanás, ele quer aparecer, saiba que quando Deus nos coloca por cabeça incomoda os incautos, continue KAKA continue dizimando e ofertando no ministério Renascer pois você esta sob a cobertura apóstolica e foi onde Deus lhe direçionou. A Biblia nos diz: "No mundo tereis aflições mais trende bom ânimo Eu vencí o mundo" Jesus sofreu muito mais que isto que esta acontecendo com você a o Apóstolo, foi humilhado, cuspido, traido e crucificado sendo Santo sem pecado. Deus o entregou a morte para remir nossos pecados e nos dar salvação e vida eterna.
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0 # A vaidade no trabalho 2010-06-24 09:55
A vaidade sempre foi o motor que leva as pessoas a querer impor suas verdades. Assim sendo, não é incomum que haja sempre alguém se projetando no outro.Eles conseguem até o sucesso e a properidade,poi s, estes não são prerequisitos para uma vida equilibrada,por ém, a Paz é totalmente dependente da Graça de Deus. Se o sucesso passar e properidade acabar, a Paz suprirá a falta daqueles. O jornalista Juca Kfouri, Ricardo Boechat e tantos outros, que se empenheiam com sabedoria, ciência e destreza no trabalho da informação na verdade, buscam desesperadament e uma independencia impossível, um ateísmo cada vez mais vazio, tornando-os pessoas ácidas que não conseguem exergar o óbio. " Porque Deus dá sabedoria ao homem que lhe agrada; mas ao pecador dá trabalho, para que ele ajunte e amontoe, a fim de dar àquele que agrada a Deus. Também isto é vaidade e correr atrás do vento." Ecle. 2-26.
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0 # Deus é Deus 2010-06-24 18:05
Quando o jogador Kaká, no final da copa do mundo falar ou mostrar o nome do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, todos os cristãos do mundo vão reconhecer o nome e o Poder do Senhor. Mas se o jogador Kaká em uma partida comum em seu clube local, falar ou mostrar o nome do Senhor Juca Kfouri, quantas pessoas vão conhecer este nome? Ao nosso Deus, o nosso Senhor e Salador Jesus Cristo seja dada toda Honra e Toda Glória.
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0 # Maior 2010-06-24 21:09
Ai, ai... que bom que Deus é maior que o Kaká, que o Kfouri, que o futebol... Deus não tem nada a ver com isso. Acordem!
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0 # Pequena confusão 2010-07-03 03:01
"A mesma crítica não vale para todos. José Saramago sempre teve amplo espaço para seus ataques a Deus, promovendo com isto os seus livros, mas isto não era merchandising."

Bom dia, pastor. Acho que houve uma confusão nesta parte do texto. Primeiro ponto: Saramago não atacava a Deus. Nem poderia atacar, uma vez que O considerava inexistente. Logo, seus ataques dirigiam-se à fé professada por seres humanos.
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0 # completando... 2010-07-03 03:03
Segundo ponto: evidentemente, ninguém chama os livros de Saramago de "merchandising", por um motivo simples: quem lê essas críticas está ali diretamente para lê-las, tendo comprado o livro, etc. No caso de Kaká, a situação é outra, vejamos: os espectadores do jogador não o assistem por suas opiniões, mas por seu futebol. Na publicidade, a inserção de qualquer mensagem num entretenimento é conhecida como "Tie-In-Marketing", que no Brasil conhecemos vulgarmente como "merchandising". Ou seja, é exatamente o que faz um esportista ao proclamar sua fé ao público geral de esportes. Se eu estiver equivocado, por favor me corrija. Obrigado!
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