O APELO AOS ÍDOLOS - Quarta-feira, 09/08/17

Refletindo: Juízes 18.3
 
O apelo aos ídolos percorre o Antigo Testamento. Mesmo advertidos contra a sua fabricação (Levítico 26.1), os israelitas nunca os perderam de vista, desde Raquel, que escondeu um deles debaixo de sua roupa (Gênesis 31.34). Mical, esposa de Davi, usou um ídolo considerado o padroeiro da família (1Samuel 19.13) para enganar o pai.
As reformas religiosas sempre incluíam a destruição de imagens e um compromisso de adorar apenas o único e verdadeiro Deus (1Samuel 7.4; 2Crônicas 33.15). Por causa da natureza humana, sempre ávida por deuses que podem ser manipulados, as pessoas têm dificuldade para dar ouvidos à mensagem do profeta Habacuque: “Que valor tem um ídolo? Um ídolo não é mais do que uma imagem feita por um homem e que só serve para enganar. Os ídolos não podem falar; como é que alguém pode confiar num ídolo que ele mesmo fez?” (Habacuque 2.18)

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