DESFRUTANDO A VIDA - Quarta-feira, 13/09/17

Refletindo: Eclesiastes 6.9
 
O dinheiro não nos faz diferentes do que somos, já que nada levaremos desta vida. Quando vamos ao cemitério, compreendemos essa verdade. Os familiares podem até fazer jazigos suntuosos, mas seu morto não é diferente do morto da cova simples. Nossa prioridade deve ser a vida eterna (1Timóteo 6.7, 11-12), porque é grande fonte de lucro a piedade unida ao contentamento (1Timóteo 6.6).
O contrário de humildade, em relação ao dinheiro, é cobiça. O contrário de cuidado, em relação ao dinheiro, é ingenuidade ou descuido. A cobiça produz o desejo de se ter cada vez mais dinheiro. O resultado é a exaltação do ego e do luxo material, que provoca o desvio da fé e a eclosão de muitas dores. A ingenuidade leva à afirmação de que o dinheiro não traz felicidade. Se não trouxesse, ninguém se mataria nem mataria outros por ele. Vamos ser honestos: ter dinheiro é muito bom.
Devemos ter muito cuidado com o fato de que dinheiro é algo muito bom, especialmente quando o temos. Devemos fugir das facilidades que o dinheiro traz, que podem nos levar à injustiça, à incredulidade, ao ódio, à inconsequência e à ansiedade (1Timóteo 6.11). Nossa luta não deve ser pelo dinheiro que se gasta, mas pela vida eterna, que não enferruja (1Timóteo 6.12).

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REPRODUÇÃO -- Autorizamos a reprodução deste conteúdo com a condição que seja citada a fonte nos seguintes termos: Reproduzido do site PRAZER DA PALAVRA, de Israel Belo de Azevedo, que pode ser ser acessado em www.prazerdapalavra.com.br.

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