Terça, 21/03/17 -- PERFEITO ATÉ NOS DETALHES

Refletindo: Levítico 21.17-24
 
Os olhos dos nossos dias ficam chocados com a claríssima proibição da oferta de animais defeituosos nos sacrifícios,
Tenhamos em mente, para entendermos a orientação, que o sacrifício devia ser cercado de cuidados que atestavam o pecado humano e a santidade divina. Quem fazia a oferta era imperfeito, mas devia sacrificar animais perfeitos, porque Deus, o alvo do culto, era perfeito. Um sacrifício perfeito demandava um animal em perfeitas condições.
Em segundo lugar, a intenção de quem fazia a oferta devia ser perfeita. Um animal com defeito custava menos no mercado. Certamente, os ofertantes iriam comprar (ou tomar do seu reganho) animais imperfeitos, demonstrando sua própria imperfeição manifesta por meio da ambição e da fraude. O sacrifício não seria aceito porque era a intenção que o qualificava, não o ato em si. O sacrifício devia envolver o que a pessoa tinha de melhor, de mais caro, não de pior, de mais barato.
Em terceiro lugar, Deus estava mostrando o seu amor para com os animais imperfeitos, impedindo que fossem sacrificados em massa por pessoas inescrupulosas. Deus estava, assim, preservando os animais com defeito físico.
 

Adicionar comentário

Código de segurança
Atualizar

Array
(
    [type] => 8
    [message] => Undefined index: option
    [file] => /home/praze123/public_html/libraries/joomla/environment/uri.php
    [line] => 408
)