Banner

sábado 25.Mai 2013

Curtas:
Você está aqui: Roteiros

Roteiros

 

Roteiro para pequenos grupos -- EDUQUE, NÃO MACHUQUE SEU FILHO (Provérbios 19.18))

E-mail
alt

Jesus praticou a pedagogia da suavidade com as crianças (Mateus 19.14).  No Antigo Testamento, educar é ensinar com persistência e conversar com as crianças, "quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar" (Deuteronômio 6.7).
 
ENCONTRO: De que maneira você era disciplinado quando criança? 
 
EXALTAÇÃO: Ler Provérbios 22.1-12 e orar agradecendo a Deus por nos instruir em como exercer a disciplina com nossos filhos.
 
Período de Cânticos: Escolha cânticos que enfatizem o tema do encontro. 
 
EDIFICAÇÃO: DISCIPLINE, NÃO MACHUQUE SEU FILHO (Provérbios 19.18)
 
1. Um projeto de lei estabelece que "a criança e o adolescente têm o direito de serem educados e cuidados pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar, tratar, educar ou vigiar, sem o uso de castigo corporal ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação, ou qualquer outro pretexto". ("Castigo corporal" é uma "ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente". "Tratamento cruel ou degradante" é uma "conduta que humilhe, ameace gravemente ou ridicularize a criança ou o adolescente". Este é um projeto aceitável?
 
2. Como conciliar, se é possível, este projeto de lei com Provérbios 23.13-14?
Jesus praticou a pedagogia da suavidade com as crianças (Mateus 19.14);  No Antigo Testamento, educar é ensinar com persistência e conversar com as crianças, "quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar" (Deuteronômio 6.7). A suma pedagogia do livro de Provérbios segue a mesma escola: "Instrua a criança segundo os objetivos que você tem para ela, e mesmo com o passar dos anos não se desviará deles" (22.6).  É neste contexto maior que deve ser colocada a vara. O uso da vara pressupõe um princîpio: eduque seu filho. A vara é uma norma cultural, que pode ser suprimida, desde que não se suprima o princípio: eduque. 
 
 
3. Como enfrentar a epidemia de maus-tratos contra as crianças em casa?
R.: Livre
 
(Roteiro preparado por Sandra Mara de Souza)
 

Roteiro para pequenos grupos -- Religião sem sacrifícios (Provérbios 21.3)

E-mail
alt

Um culto bonito é um perigo. Ele pode se tornar um fim em si mesmo. Mas um culto não pode nada. Um cultuante não pode nada. Deus pode tudo; por isto, confiamos nEle.
 
 
ENCONTRO: Qual é a parte do culto que você mais gosta?
 
EXALTAÇÃO: Ler o Salmo 84, e agradecer a Deus o privilégio de experimentarmos a comunhão de uma igreja reunida.
 
Período de Cânticos: Escolha cânticos que enfatizem o tema do encontro. 
 
EDIFICAÇÃO:  UMA FÉ ALÉM DA ESTÉTICA (Provérbios 21.3)
1.  Tendemos a confiar nos sacrifícios (cultos, atos para Deus) e não em Deus?
R.: A idolatria (colocar pessoas ou coisas no lugar de Deus) é uma ameaça constante, é uma possibilidade permanente. 
O que Deus exige é que confiemos nEle. Podemos manipular os sacrifícios, e por isto gostamos de os oferecer, mas não podemos controlar Deus. Confiar em sacrifícios e confiar em nós mesmos. Um culto bonito é um perigo. Ele pode se tornar um fim em si mesmo. Mas um culto não pode nada. Um cultuante não pode nada. Deus pode tudo; por isto, confiamos nEle.
 
2.  O que quer dizer Oseias 4.6?
R.: Religião implica em conhecer a Deus profundamente. O sacrifício, com toda a sua arte, com todas as suas regras, pode nos afastar do conhecimento (relacionamento, algo prático, não meramente intelectual) de Deus.
O conhecimento de Deus (relacionamento com Deus) é a nossa raiz, a partir do qual cresce árvore sólida. O amor a Deus, que é cultivado todos os dias, nos fortalece para o sofrimento, nos robustece para as idéias antiDeus que circulam. Sacrifício pode ser tão sólido quanto uma neblina. Relacionamento pode ser tão forte quanto uma árvore vigorosa.
 
3.  O que é mais fácil: oferecer sacrifícios (cultos) ou viver de modo reto?
R.: Cantar é mais fácil. Dar o dízimo é mais fácil. Falar do amor de Deus é mais fácil. Oferecer sacrifícios é mais fácil. Conseguimos fazer isto dando jeitinhos nas coisas para levarmos vantagem. Conseguimos fazer isto desprezando o nosso irmão. 
Se a nossa adoração não nos faz pessoas melhores, não passa de crassa idolatria.
A religião precisa se expressar em ações concretas em favor da justiça.
 
(Roteiro preparado por Sandra Mara de Souza)

Roteiro para pequenos grupos -- EM QUEM NÓS CREMOS (Filipenses 2.5-11)

E-mail
Sendo Deus encarnado, Jesus Cristo deixou de usar seus atributos divinos, sobretudo os intransferíveis, como a onisciência e a onipotência. 
 
ENCONTRO: Qual foi a melhor coisa da sua semana?
 
EXALTAÇÃO: Ler o Salmo 2 e orar agradecendo porque Deus sempre nos protege. 
 
Período de Cânticos: Escolha cânticos que enfatizem o tema do encontro. 
 
EDIFICAÇÃO:  EM QUEM NÓS CREMOS (Filipenses 2.5-11)
 
1. Como entender a afirmação de Paulo, em Filipenses 2.6-11, que Jesus se tornou semelhante aos homens?
R.: Jesus, quando se tornou carne, assumiu uma subordinação temporária ao Deus Pai, sim, temporária, porque logo Ele receberia de volta o exercício de Sua divindade. Sendo Deus encarnado, Jesus Cristo deixou de usar seus atributos divinos, sobretudo os intransferíveis, como a onisciência e a onipotência. Embora esses atributos ainda fizessem parte de sua natureza divina, Jesus amorosa e livremente deixou de usá-los para viver integralmente a sua humanidade.
 
 
2. O que aprendemos sobre Jesus lendo Lucas 4.20-21?
R.: A espera acabou, porque a promessa do Messias estava se realizando nEle. Quando dizemos que cremos em Cristo, estamos dizendo que nossa espera pelo Messias terminou. Jesus é o Messias. Temos em Quem crer. Não precisamos esperar mais. Podemos nos aproximar do Messias e ser salvo. Deus cumpre as suas promessas. Destas, enviar seu filho como o próprio Messias foi a mais difícil, humanamente falando, porque significava vê-lo sofrer até a morte. (Romanos 8.31-32)
 
3. Podemos entender quem foi Jesus ouvindo-O falar a respeito de si mesmo.
R.: Peça ao grupo para descobrir no Evangelho de João afirmativa de Jesus a seu próprio respeito, começando pela expressão "eu sou".
Eis alguns textos: João 6.35, 8.12, 8.23, 8.58, João 10.9, 10.11, 11.25, 14.6, 15.5

(Roteiro preparado por Sandra Mara de Souza)
 

Roteiro para Pequenos Grupos -- Crescendo com Provérbios (Provérbios 1-11)

E-mail
alt 
Você reconhece que Deus o acompanha em sua caminhada?
 
NOSSO ENCONTRO: Você pode lembrar-se de uma palavra que alguém tenha lhe dito e que abençoou sua vida?
 
EXALTAÇÃO: Ler o Salmo 19, ter um momento de oração agradecendo os conselhos da Palavra de Deus. 
 
Período de Cânticos: Escolha cânticos que enfatizem o tema do encontro. 
 
EDIFICAÇÃO: Lições (de) vidas – Provérbios 1.11
 
1. Você considera aceitável o uso de palavrões?
 
2. Até que ponto o dinheiro facilita a nossa vida sem nos dominar?
 
 
3. Você reconhece que Deus o acompanha em sua caminhada? Dê exemplos.
 
 
MINISTRAÇÃO:
Dê oportunidade para pedidos de oração, ministre a cada pedido. Num segundo momento de oração, peça antes que cada pessoa diga um nome pelo qual está orando, com desejo de levá-lo à Cristo. 
 
(Roteiro preparado por Sandra Mara de Souza)
 

Roteiro para Pequenos Grupos -- DISCÍPULO É QUEM AMA (João 13)

E-mail
alt

NOSSO ENCONTRO: De que maneira você sentiu-se amado na semana que passou?
 
EXALTAÇÃO: Ler o Salmo 111 e ter um momento de orações frases, agradecendo o amor e cuidado de Deus para conosco.
 
Período de Cânticos: Escolha cânticos que enfatizem o tema do encontro. 
 
EDIFICAÇÃO: DISCÍPULO É QUEM AMA (João 13)
 
1. Como você ouve que  Jesus amou os seus discípulos até o fim?
R. Livre.
 
2. Por que Jesus lavou os pés dos seus discípulos e o que  isto significa para nós?
R. Jesus os amava. Jesus os ensinou como deviam se relacionar uns com os outros. Podemos lavar os pés uns dos outros simbolica ou realmente, para que o gesto nos mostre que  não somos iguais aos outros: somos inferiores, no sentido que  devemos ser seus servos.
 
3. Por que Jesus agiu de modo tão sereno diante da agonia que  se avizinhava?
R. Porque Jesus sabia que  era amado por Deus. Tinha um projeto de vida (que  incluía Sua morte). Sabia que  Deus estava no controle da sua vida.
 
(Roteiro preparado por Sandra Mara de Souza)
 

Página 10 de 22

Estatísticas desde 24/10/2009

 
mod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_countermod_vvisit_counter
mod_vvisit_counterHoje148
mod_vvisit_counterOntem1873
mod_vvisit_counterEsta semana11672
mod_vvisit_counterSemana passada12915
mod_vvisit_counterEste mês44848
mod_vvisit_counterMês passado56722
mod_vvisit_counterTodos os dias5406038
 
 SIGA O PRAZER DA PALAVRA
     
 
 
Web Analytics